Por que Diakon?
A história por trás do nome — e por que governança de dados é, antes de tudo, serviço.
Diakon vem do grego diákonos (διάκονος), que significa literalmente "o que serve" — aquele que corre através da poeira para levar algo a alguém.
A palavra aparece pela primeira vez em contexto administrativo no livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 6. A comunidade cristã primitiva em Jerusalém havia crescido rapidamente. Havia dois grupos culturais — os hebreus (judeus de língua aramaica) e os helenistas (judeus de língua grega). As viúvas do grupo helenista estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimentos — ninguém as registrava. Elas estavam invisíveis nos registros.
Os apóstolos, então, convocaram a comunidade e disseram: "Não é certo que abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Escolham entre vocês sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço." A comunidade escolheu sete — entre eles Estêvão e Filipe. Eles foram os primeiros diáconos.
O problema original era, no fundo, um problema de governança de dados: havia pessoas que precisavam de cuidado, mas que não constavam nos registros. Os diáconos foram instituídos para resolver esse problema — para garantir que ninguém ficasse invisível.
Governança de dados é isso. Não é burocracia. Não é controle pelo controle. É garantir que os dados certos cheguem às pessoas certas, que nada se perca, que todos os que dependem daquela informação sejam vistos e atendidos. Servir, não governar por poder.
"Diakon (do grego diákonos, 'o que serve'): os primeiros diáconos foram nomeados para que ninguém ficasse invisível nos registros. Governança de dados é isso — serviço."
Pronúncia
di-Á-kon
PT: di-Á-kon | EN: DEE-uh-kon
O Diakon Canon — nossa base normativa — carrega esse princípio: servir a governança, não impor burocracia.
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